CÂMARA FEDERAL MUDANÇA DE POSTURA
Quem
sabe, ante as manifestações e a solicitação da presidente Dilma Rousseff, as
lideranças partidárias que até agora se esquivaram, ou se negaram a assinar o
documento deliberativo para que o Plenário da Câmara Federal pudesse dar início
aos trabalhos da Reforma Política há tempos solicitada pelo relator Henrique Fontana (PT-RS), mudem de postura.
QUALIFICAÇÃO DO SISTEMA POLITICO
A Reforma
Política é um tema polêmico, mas tende a qualificar o atual sistema político
brasileiro desacreditado por conta das ações dos próprios parlamentares nestes
últimos tempos. Assuntos como financiamento público exclusivo de campanha, fim
das coligações proporcionais e a instituição de lista flexível não agradam certas
lideranças partidárias que vêem nestas propostas riscos às suas próprias candidaturas e de seus pares.
NEGAÇÃO TERÁ QUE SER EXPLICADA
Outra
situação que cada parlamentar terá que rever, é o posicionamento em relação a
aplicação de 100% dos royalties do petróleo na educação proposto pela presidente
Dilma Rousseff em 2012. Esta proposta também não aprovada pelo Congresso
Nacional tende a ter resultados positivos na votação que deverá acontecer nos
próximos dias, caso contrário, os parlamentares terão que explicar à Nação os
motivos da negação.
![]() |
| Lincoln Portela |
![]() |
| Arnaldo Faria de Sá |
FORAM CONTRA PROPOSTA DA REFORMA POLITICA
Em dezembro de 2012, o deputado Lincoln Portela líder do Partido da República (PR-MG) e o deputado Arnaldo Faria de Sá vice-líder do PTB-SP, em entrevistas à imprensa se posicionaram ferrenhamente contra a Reforma Política.















