I
A proposta de financiamento público exclusivo de campanha (PLS 268/11) foi rejeitado pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), no Senado. Não havendo recurso ao Plenário, o projeto será arquivado.
II
O senador Pedro Simon (PMDB-RS) bem que tentou, falou que a população vê no financiamento público de campanha, a moralização da política.
III
Aloysio Nunes (PSDB-SP) alfinetou: “Essa história de que o financiamento público é a complementação da chamada faxina é conversa mole pra boi dormir”.
IV
Já o senador José Pimentel (PT-CE) disse que o financiamento público exclusivo só seria compatível com o sistema eleitoral em lista fechada, já rejeitado pela CCJ, mas falou que o financiamento publico poderia ser muito útil aos partidos e a moralização da política.
IV
Já o senador José Pimentel (PT-CE) disse que o financiamento público exclusivo só seria compatível com o sistema eleitoral em lista fechada, já rejeitado pela CCJ, mas falou que o financiamento publico poderia ser muito útil aos partidos e a moralização da política.
V
Senadores de vários partidos como, Demóstenes Torres (DEM-GO), Pedro Taques (PDT-MT), Aécio Neves (PSDB-MG), Álvaro Dias (PSDB-PR), Francisco Dornelles (PP-RJ) e Sérgio Petecão (PMN-AC) apontam que sem lista fechada, financiamento público é inócuo.
VI
Mais divergências no senado, outros senadores procuraram convencer os demais que o financiamento público de campanha é um instrumento importante para a moralização da política. Luiz Henrique (PMDB-SC), Marta Suplicy (PT-SP), Antonio Carlos Valadares (PSB-SE) e Inácio Arruda (PCdoB-CE). Nada conseguiram!
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